quem sou eu?
...E quando o que eu sou, é o que você não responde.
Sabendo do que eres, perco-me dentro das palavras que fazem você existir.
Sucumbir no desprazer de esperar a tua escolha, de não me escolher para ser escolhido.
Não há coerência no arquétipo que escolhi para substituir a gordura que não comi.

Comentários
Postar um comentário
Deixe sugestões e a sua opinião para o blog Filosofia Interna.