Quem conta um conto, aumenta um ponto!
Era uma vez uma mulher de 26 anos que tinha um único
sentimento no coração; altruísmo. Vivia em uma casa com sete homens e não sabia
como se desfazer dos sete homens que mantinham relações com a linda branca de
neve.
Ela cozinhava, lavava, passava, os amava do fundo do seu
miocárdio, pôr triste, ela não entendia o motivo da tristeza, mas ela tinha
mais vontade de morrer do que se entregar na noite seguinte para o outro
marido.
Casualmente ela volveu a casa da sua mãe, pois sentia muita
falta da mulher que fizera muito mal a ela.
A mãe não entendeu o motivo da visita da filha, talvez quisesse
tostões, talvez quisesse comida, talvez quisesse voltar pra casa, mas a mãe não
sabia o motivo, e no mesmo instante que a mãe iria indagar, a Branca de Neve respondeu:
- “Mãe, por que você não me deixa viver, não me deixa ser feliz e livre
permanentemente? Eu quero ter a minha vida, você já teve a sua, preciso ter a
minha vida e saber, o que é viver.”
Enquanto a filha histérica e altruísta perguntava, a mãe
disse:
- “Tudo aquilo que a
fizera passar, era para o seu crescimento pessoal, desenvolvimento da alma e desapego
da família, mas talvez não tenha surtido efeito, pois você volta ao meu ninho
com esses questionamentos obsoletos, os mesmos que eu fiz a minha mãe.
Enquanto a mãe observava a filha, ela penetrou um punhal no
abdômen de sua mãe e ao som dos gemidos, a filha acordava, abriria um lindo sorriso,
iria vivendo aquele momento, como um momento mais intenso que já havia passado,
ela agora, acabará de acordar para viver e seguir em frente, sozinha sem
vergonha dos moldes da mãe.
Depois daquele dia medieval da filha, Branca de Neve largou
os sete homens que vivia por pena de si mesma, foi para cidade grande,
cantarolava muito bem e atraia curiosos para comprar suas pinturas que às vezes
eram feitas com sinestesia, telas brancas que não tinham cores e sim
sentimentos daquela pequena menina que apesar de ser muito pobre agora era
feliz e sem medo de errar.


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