Encruzilhada, armadilha, confiança e a mãe do desprezo carregado nas costas do descaso
... Nas vezes que eu gritei no imenso silêncio do desespero
pensei que não aguentaria a dor da
solidão,
pensei que não aguentaria a dor da
raiva,
mas quando dei por mim, já estava
tentando
eu já estava inventando,
desenhando um novo traço,
com um rabisco, uma curva,
que na luta eu vencia...
...vencia, destemia, varria
pra longe dos meus pensamentos
elementos que alucinavam a minha vida
objetivos que me impunham,
traços que inferiam no que eu queria
Não sou aquele que chamam de
apanhador,
mas os desperdícios que me levaram a
lugar nenhum
foram tantos
foram muitos
muitos aqueles que me trouxerem para o
hoje
que mesmo nada, me trouxeram tudo.
Tudo o que eu tenho hoje
tudo o que eu vivo ontem
mesmo que outrem diga: não
eu digo que sim, porque a vida é
MINHA,
não tua,
nem dele.


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